Carro mais barato do mundo

Março 29, 2009

2008-tata-nano-hl1Em meio à crise financeira mundial, onde poucas montadoras de veículos conseguem criar novas opções para driblar a queda das vendas, surge uma grande oportunidade: o carro mais barato do mundo.

A ideia foi de uma montadora de automóveis da Índia, a Tata Motors, que lançou recentemente no Salão de Nova Delhi o Tata Nano, que realmente pode ser chamado de carro popular.  O carro mais barato do mundo vale 100 mil rúpias (moeda indiana), o que equivale a aproximadamente €1470 euros ou R$ 4600,00.

O novo lançamento vem causando  questionamentos,  já que é voltado para as classes mais baixas, que normalmente não teriam acesso  a compra de um carro. As críticas são baseadas na popularização e compra em massa do veículo, o que contribuirá para o aumento da poluição nas cidades. O preço reduzido se deve aos materiais componentes do veículo, que segundo alguns veículos de comunicação, são de qualidade inferior, o que ocasionaria rápido desgaste e falta de segurança para o condutor.

O que preocupa as grandes montadoras é que o carro pode ter um grande sucesso, principalmente em países em desenvolvimento. O Tata Nano possui algumas limitações, como a velocidade máxima de 105 km/h e espaço reduzido. Apesar disso, o carro se compara a muitos carros “populares” vendidos no mundo.

Inicialmente o carro estará disponível apenas na Índia, mas especula-se que o Tata Nano será comercializado no Brasil no segundo semestre deste ano ou no início de 2010.


Rendimento da poupança deve diminuir

Março 22, 2009

Está em estudo pelo presidente da República uma possível alteração no rendimento da poupança. A justificativa para tal fato é que com a atual crise econômica , o rendimento de alguns fundos vem sendo superado pelos rendimentos da poupança. O temor é que haja uma migração em massa das aplicações destes fundos não tão rentáveis para a poupança, provocando um “inchaço” nesta, o que pode complicar a situação do mercado com falta de liquidez. Atualmente a poupança é remunerada em 0.5% ao mês (6% ao ano) + TR (taxa referencial). A proposta, segundo algumas publicações da área econômica, seria a de vincular a remuneração da poupança à taxa Selic, que acompanharia as variações do mercado.